Transformando ideas em Soluções de Negócios

Big Data e Transformação Digital – A Realidade Angolana

Das inúmeras tarefas manuais a que os  técnicos de suporte e de campo, administradores de sistema, rede, cybersecurity analistas e outros profissionais de TI estavam -e ainda continuam sujeitos-, actualmente, isso pode ser feito com o pressionar de um simples botão.

Estas formas de trabalho, hoje, estão a ser substituídas pela automação e, com ela, a transformação digital.

Big Data e Trasnformação Digital em Angola

As recentes explosões na computação em nuvem, Software como Serviço (SaaS) e virtualização, tornam as Tecnologias de Informação e áreas relacionadas, uma profissão diferente das que nos habituamos. Alguns anos atrás era básico, na indústria de Tecnologia de Informação, o pessoal de suporte “zungar” de máquina à máquina para instalar software e/ou aplicações a partir de uma CD, DVD ou pendrive, de acordo com as necessidades, possiblidades e fonte de aquisição do software.

Angola, como parte integrante do ecossistema de Tecnologia de Informação e Comunicações, não está isenta desta transformação. Acreditamos que não é por mero acaso, que o Vice Presidente da República, S. Excia Bornito de Sousa, em representação do PR, João Manuel Gonçalves Lourenço, deixou a Cidade Alta para deslocar-se ao Talatona e proceder a sessão de abertura da conferência internacional de tecnologia de informação e comunicação, comumente designada por ANGOTIC.

A importância que a mais alta instância do País atribui ao evento, e pela lista de convidados, vindos de várias partes do globo, traduz o valor e a necessidade urgente da adesão, em massa, à transformação digital, não porque queremos apenas mostrar que temos smartphones, tablets, phablets, laptops  e outros dispositivos de computação da última geração, mas sim que estamos “condenados” a acompanhar a passada, que não é lenta.

Caso contrário, não estaremos em condições de competir, primeiro, com os nossos vizinhos regionais, depois, com os do além mar e, consequentemente, poder vender os nossos produtos em tempo oportuno, porque a competição e exigência à nível mundial é agressiva.

Uma vista rápida ao programa dos 3 dias da ANGOTIC 2019, um dos temas que despertou a atenção que está relacionado com “A Importância da Transformação Digital”. 

De per sí, é por demais sabido, que urge a implantação de todas as acções com as quais nos colocamos em pé de igualdade concorrencial com outras realidades tecnológicas globais. 

Sem isso, estaremos a recuar até à idade da pedra. E, caso fosse dada a possiblidade de refazer o tema, o faríamos nos seguintes moldes: “Como estamos preparados para a transformação digital?”

A dita 4ª Revolução Industrial (Transformação Digital) encontrou-nos não suficientemente preparados como necessário porque, ainda temos muitas insuficiências, digitalmente falando, desde a (in) existência de infra-estruturas, dispositivos de computação à preços acessíveis, programas de tecnologias de informação nas escolas primárias, médias e superiores não ajustados à demanda do mercado, falha de energia (o grande problema), preço e acesso à internet, quase que proibidos, apesar de as Nações Unidas definir o uso da internet como necessidade fundamental e não um luxo, como ainda é no caso de Angola.

Não estamos a referir as agências governamentais e grandes corporações que têm poder de aquisição de equipamentos de tecnologia de informação, software ou desenvolvidos em casa. Estamos a falar de estudantes de cursos relacionados às TIC´s que têm que fazer opções entre pagar as propinas ou comprar um computador, ainda que usado e que não o poderão fazê-lo, porque no mínimo, terão que gastar cerca de Kz 100.000.00 (USD 277 ao câmbio de 360).

Como podemos participar da “Revolução Digital” se os estudantes não têm dinheiro suficiente para construir um laboratório de informática em casa, para as suas práticas?

Nas instituições, nem falar, porque falta quase tudo e, se tiverem algum equipamento, os professores não têm tempo e preparação para demonstrarem o necessário. 

Um dos estudantes do curso de Engenharia de Redes e Telecomunicações (parecem dois cursos), segredou-nos que, no local em que estuda, os poucos computadores na sala de informática (diferente de laboratório), são expostos apenas no princípio do ano lectivo, para mais tardes serem retirados. Talvez, apenas para atrair a atenção e conquistar o bolso do estudante.

Será que existem alternativas para colmatar as insuficiências dos programas curriculares das escolas, à todos os níveis? Acreditamos que sim. 

Enveredar pelas certificações deve ser o passo mais seguro para a emancipação à “Revolução Digital”

Uma formação e certificação em Fundamentos de Tecnologia, CompTIA[i]  A+, começará por resolver o problema, sem descurar qualquer formação média ou superior. Falamos, sem medo de errar, que os programa da CompTIA, mundialmente reconhecidos, fornecem os elementos teóricos e práticos para um técnico de campo, suporte, administrador de rede etc, poder fazer o seu trabalho sem grandes problemas., pois que as habilidades clássicas de hardware, software, vendas, recursos humanos, colaboração entre outros, se encaixa perfeitamente na nova era da “Transforrmação Digital”, a “4ª Revolução Industrial”.

Por exemplo, quando se trata de gerenciar o risco de segurança cibernética, o profissional de Tecnologia de Informação, precisa entender a mecânica básica de um ataque de ransomware, como e onde os arquivos são armazenados e onde localizá-los num servidor. Conhecer os detalhes do hardware e do software coloca os profissionais das TI não apenas em condições de prosperar no nível de entrada, mas também para entender o que está em jogo à medida que avança na carreira.

Os CEO´s – Chief Executive Officiers (equivalente à um PCA), reconhecem a necessidade de desevolvimento de talento digital e especialidades relacionadas. 

O inquérito de 2018 realizado pela Gartner[ii] , indica que 59% dos CEO inqueridos, mostram a necessidade de desenvolvimento interno (na empresa) de capacidades de tecnologia de informação e digital.

Para o sucesso da transformação digital é importante investir em pessoais nas mais diversas áreas, com algum destaque para a dos Dados e Análise.

Caso queiram um orientação sobre como desenvolver a sua carreira em Tecnologias de Informação e Negócios, solicite um encontro sem compromissos, porque, 

“Você Nunca Saberá Sem Orientação”TM
You´ll Never Know Without Guidance”TM

TIIBS, Lda – Technology Consultants

www.tiibstechnology.com
info@tiibstechnology.com


[i] CompTIA –  Computing Technology Industry Association, é uma associação comercial sem fins lucrativos, que fornece certificações profissionais para o sector de tecnologia da informação. É considerada uma das principais associações comerciais da indústria de Tecnologia de Informação.

[ii] Gartner é uma empresa global de pesquisa e consultoria que fornece consultoria e ferramentas para líderes em TI, finanças, RH, serviço ao cliente e suporte, jurídico, marketing, vendas e cadeia de suprimentos

Emergência para actualização de TODOS OS SISTEMAS OPERATIVOS

Feliz Ano Novo e votos que tenham entrado em boas condições de segurança em Tecnologia de Informação.
Seria muito bom se assim fosse mas, infelizmente não foi a entrada que esperávamos em 2018. O mesmo em termos tecnológicos iniciou com o anúncio de uma grande vulnerabilidade de segurança em TODOS OS SISTEMAS OPERATIVOS, sem exceção, quiça a já mais vista na era digital.
A vulnerabilidade foi anunciada por grupo de pesquisadores, que trabalham em forma colaborativa, da Universidade de Pennsylvania, Universidade de Maryland, Universidade Tecnologógica de Graz, Cyberus Tecnology, Divisão de Pesquisa Cryptográfica de Rambus, Universidade de Adelaide e Data61 em conjunto com pesquisadores do GPZ – Grupo Projecto Zero.
O GPZ anúncio falhas na arquitectura de CPU´s que criam dois tipos de vulnerabilidades, nomeadas como Meltdown e Spectre.
Todos os processadores Intel, não importa o sistema operativo ou vendedor estão afectados. O mais curiosos é que não se trata apenas de computadores com processadores recentes, mais sim desde 1995 (23 anos, até a presente data). Isentam-se de tal vulnerabilidade o Itanium e Atom fabricados antes de 2013.
A falha foi anunciada secretamente pelos pesquisadores aos maiores fabricantes de processadores, Intel, AMD e ARM em 1 de Junho de 2017. O seu anúncio foi mantido em sigilo até ao anúncio em 1 de Janeiro de 2018. Que belo presente de tecnologia para iniciar brindarmos o novo ano. Estamos todos afectados por esta falha na arquitectura dos CPU´s, pois que todos somos consumidores de serviços digitais, desde o consumo de energia, água, transporte, finanças, saúde, lazer…
O Impacto das Vulnerabilidades de Meltdown e Specter
Ambas vulnerabilidades resultam de optimizações de desempenho nos CPUs. As correções de segurança implementadas podem ter um impacto no desempenho. Algumas fontes até 30% de impacto no desempenho. A nota da oficial da Intel diz: “Contrariamente a alguns relatórios, qualquer impacto no desempenho depende da carga de trabalho e, para o usuário médio do computador, não deve ser significativo e será atenuado ao longo do tempo”.
A Intel foi acusada de minimizar a gravidade da vulnerabilidade, tanto em termos de quão graves CPUs da Intel são afetadas e os efeitos negativos dessas vulnerabilidades.
Torna-se cada vez mais válida, como tenho recomendado, que não basta ter o melhor antivírus para estar-se protegido de vulnerabilidades. Ainda os que escudam-se em sistema considerados relativamente seguros como Linux, Mac, Android e outros, não escapam desta falha em CPU´s.

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O Project Zero (GPZ) do Google é um grupo de especialistas de pesquisa de ponta que estabeleceu um histórico de pesquisa inovadora. Ontem anunciaram um conjunto de falhas em arquiteturas de CPU que criam dois tipos de vulnerabilidades.

Conselhos sobre como escolher um bom domínio

A Escolha do Domínio Certo

Conselho para escolher o melhor domínio

O seu domínio é a impressão digital do seu negócio. A sua escolha determinará o posicionamento do seu site nos principais motores de buscas e consequentemente o seu sucesso.
Antes de efectivar a compra, considere os seguintes aspectos:

1 – As pessoas relacionarão o seu website com o seu domínio. Isto permitirá uma fácil localização e memorização do domínio. A não interligação website vs. domínio, permitirá que potenciais clientes acabem em sites de concorrentes, quando na verdade deveriam estar no seu.

Ter o site de acordo com o domínio é deveras importante, pelo simples facto de que quando as pessoas procuram o seu site, produto ou serviços, pensarão primeiramente no nome que você ou empresa vendem ou representam.

Por exemplo, se o(s) produto(s), serviço(s) ou mesmo nome da sua empresa ou site for asabranca.com e o seu domínio for pracaroquesanteiro.com, poderá dar-se o caso que seus clientes vão imediatamente relacionar-se e procurar pelo seu nome, quando na verdade existe discrepância entre domínio versus empresa/produto  e ou serviços.

Pois não fica surpreso quando em vez de o seu produto/serviços fôr preferido pelo o do seu competidor em detrimento do seu.

Como fazer para conseguir o domínio e site pretendido?

Estamos na era da informação digital. A internet é o local que gera trilhões de dólares anualmente em vendas e compras de produtos e serviços. Isso dar-lhe-á mais uma razão para pensar e fazer uma pesquisa extensa quando iniciar a sua ‘aventura’ na net.

Mesmo os seus potenciais competidores procurarão pelo seu domínio para compararem preços e, tentar em saber o que realmente tem para oferecer aos seus clientes e daí trabalharem arduamente para que quando os seus clientes estiveram a procurar o seu produto poderem encontram outros oferecidos pela competição. “É uma guerra dominal.”

Voltando a questão ‘como fazer para conseguir o domínio pretendido?’ Isto depende do seu empenho e como iniciar a sua actividade de pesquisa. Caso o seu negócio já tenha nome no mercado, provavelmente não vai querer perder a reputação conquistada durante anos de árduo trabalho.

Caso o nome pretendido já exista, pode tentar negociar a compra do mesmo. Dependendo da marca, produto pode custar-lhe entre centenas à milhões de dólares. Sim! Faça a pesquisa para inteirar-se à quem pertence o domínio e propõe uma oferta.  Esqueça de fazer oferta à empresas ou proprietários que desde já sabe que será impossível. Alguns domínio são retidos para tal propósito (revenda).
Caso a ideia de propôr uma oferta ao domínio existente não for a viável, ou porque o valor está aquém do seu orçamento ou o nome é quase que impossível de conseguir, opte pela lógica e sequência de garantir o sucesso na net, de acordo com o que faz ou vende.

Domínio –> nome da empresa —> website. Esta relação garantir-lhe-á uma presença e experiência digna na net.

A mesma serve fundamentalmente para os futuros empreendedores.  Caso pretenda iniciar quaisquer negócios ou actividades e não pensar em ter o domínio e website correspondentes aos mesmos (serviços/produtos), será apenas mais um aventureiro que ainda pensa em modelos de empresas da era dos telégrafos.

Saiba mais, que empresas idôneas terão receio em estabelecer contactos, quando o seu cartão de visita referir ao email populares, em vez de um correspontende a sua empresa. Exemplo minhaempresa@hotmail/gmail/yahoo.com vs. vendas@minhaempresa.com. Em outros capítulos falaremos da “proibição” do uso de emails pessoais para questões de negócios.

“Você Nunca Saberá Sem OrientaçãoTM”
Precisa de consultoria em como pesquisar o seu domínio e optmização do seu site? http://www.calongo.com

Deve-se exercitar cautela sobre o aumento de dispositivos para a Internet das Coisas (IoT – Internet das Coisas)

Especialista quer maior investimento para melhoria da internet
Luanda – O aumentoAngola Internet of Things de infraestruturas e a maior disponibilidade de recursos financeiros para melhoria do sinal e acesso à internet no país foi destacado hoje (quinta-feira), em Luanda, pelo membro da Associação Internacional da Indústria Tecnológica

http://www.portalangop.co.ao/angola/pt_pt/noticias/ciencia-e-tecnologia/2015/9/42/Especialista-quer-maior-investimento-para-melhoria-internet,1d6636f5-baab-4534-b381-5aab35a95044.html

Introdução à informática nas classes do ensino primário

No constante mundo da tecnologia, aprender a usar computador passou de ser um privilégio, mas necessidade para todos. Professores, estudantes, pessoal administrativos, inclusive pais e encarregados de educação.

Alguns estudos apontam que pessoas que sabem usar o computador de uma forma confortável, são 4 horas mais produtivas, do que aquelas que não possuem o mínimo de conhecimentos para o uso do mesmo. Por vezes pode dificultar um estudante que tem a sua monografia ou trabalho investigativo por apresentar.

Esta situação pode tão cedo deixar de ser um “pesadelo” para estudantes e futuros profissionais, desde que se comece a criarem as condições, nas classes do ensino geral, através da introdução de aulas de escrita e uso prático do computador.

A classe a ser introduzida e respectiva carga horária dependerá da idade do aluno, pois que alguns factores de desenvolvimento psico-motor podem influenciar favorável ou desfavoravelmente.

GACE – School Management Software

gace - angola school management softwareLuanda — The chairman of the Angola’s Association of Private Education, António Pacavira, Tuesday in Luanda said that the new School Management, Administration and Control software (Gace), created by Angolan António Calongo, constitutes a gain for the technological sector in Angola.

Speaking to Angop during the launch of the software, António Pacavira said schools have been run with advances of this kind but Angola lacked this type of system in a generalised way.

“The Gace software, though is not the first on the Angolan market with these functions, always proves to be innovating. At the level of school management and administration, there are other softwares in colleges and university, but they have not yet reached the management of public schools,” he said.

According to the source, the purpose of Gace is to take technological management to public schools, as a project containing some innovations, intended to optimise both time and some resources.

In his turn, speaking of his creation, Antonio Calongo said it permits a fully computerised management and a student could even ask for a statement from away, that is through Internet, including other procedures.

source: Allafrica.com

Mini-drones a serem usados na entrega de encomendas

Brevemente drones serao usado para entrega de encomendaas

Imagine você sentado no quintal e um “OVBI* – Objecto Voador Bem Identificado” pousar junto a si ou nas imediações para entregar o produto recentemente comprado online!

Vai lhe ocorrer tudo na mente. Desde um engano da CIA ou manobra conjunta com a Força Área, passando por um ataque extra-terrestre, Al-Qaeda ou IS (Estado Islâmico).

Nada disso estará a ocorrer.

Na verdade, o que irá acontecer daqui à aproximadamente 4 anos, e que veremos nos ares das cidades, fundamentalmente da América do Norte (Canada e Estados Unidos), mini-drones, a fazerem entregas de encomendas, longe dos sinais de guerra ou ataques eminentes, que os drones representam.

A realidade é que um produto comprado no Amazon a ser entregue no seu quintal não por pessoal dos serviços de correios, mas por pequenos aparelhos semelhantes à helicópteros.

Em termos de prestação de serviços, é uma acção inovadora da tecnologia e que os clientes estarão muitíssimos satisfeitos por verem as suas encomendas entregues sem grandes demoras. Quem não estará satisfeito com a inovação, provavelmente, serão os sindicatos/uniões que sempre “defendem” os interesses dos seus membros/associados e que verão o quadro de associados a diminuírem e, consequentemente, menos dinheiro provenientes das contribuições dos seus membros.

O projecto que substituirá os serviços de correios – entrega, está a ser testado pela Amazon, a maior cadeia de venda de produtos online.

As encomendas serão entregues num período aproximado de 30 minutos, reduzindo substancialmente o tempo que o cliente actualmente tem recebido.

Em momento que os retalhistas da América do Norte, em coordenação com os serviços de entregas (Correios, DHL, UPS, Purolator…), estão a entregar as encomendas no mesmo dia, desde que compradas online, até mais ou menos 10 horas da manhã, os clientes poderão ter as suas encomendas entregues até meia noite do mesmo dia, principalmente em áreas urbanas.

Ainda não são conhecidos os detalhes de como serão delineadas as políticas de utilização dos mesmos, mas o uso dos tais, deverão ser regulados, pelas entidades de aviação, tal como a FAA (Federal Aviation Administration), nos Estados Unidos da América.

Alguns factos interessantes decorrentes deste tipo de entrega, via área, no quintal dos donos do produto, será o tráfico que poderá causar nos centros urbanos, a menos que será utilizados apenas em áreas remotas.

Como serão verificadas a entregas?

No actual processo de entrega de encomendas e dependendo dos valores das mesmas, algumas requerem a assinatura dos clientes. Para esta “entrega aérea”, como a pensar como serão feitas as mesmas?

A minha especulação na qualidade de especialista em ciclo de desenvolvimento de software e análises de negócios em tecnologia de informação, poder-se-á proceder a verificação por meio de SMS ou envio de código, de que quando o aparelho estiver a aproximar-se ao local de entrega, emitir uma mensagem e código correspondente e o dono, confirmar o código enviado pelos servidor de mensagem ou outros sistemas semelhante.

Tal medo de comprovação e confirmação poderá ser semelhante aos serviços que estamos habituados, quando requeremos trocar a senha das nossas contas de utilizadores dos diferentes serviços (redes sociais, emails, activação de telefones…)

Uma outra questão que poderá se levantar acerca da utilização dos mini-drones, na entrega de encomendas, é a segurança dos mesmos, contra actos de vandalismos e roubos. A menos que os mesmos estejam integrados com câmaras de vigilância para monitorarem o vôo, algumas pessoas mal intencionadas, ou crianças e adolescentes, quiçá por ingenuidade pensarem que se tratará de entrega do “Pai Natal” em qualquer época do ano.

Outra questão em relação ao uso dos mesmos, é a localização/endereços dos clientes. Um sistema integrado de GPS e os serviços de correios deverão estar sincronizados para que não se faça a entrega em destinos errados. Pelo menos tem acontecido com os métodos de entrega actualmente usados, que são derivados de erros humanos, por má interpretação de alguns dígitos ou caracteres.

Para os utilizadores de lojas online, serviços obrigatórios para o sucesso de quaisquer vendedores, implicará extra investimento, se quiserem competir com os gigantes.

Para os que pensam em efectuar vendas online, TIIBS, Lda – Technology Consultants, pode efectivar o seu projecto de levar os produtos online, o que reduzirá alguns custos de aluguer, electricidades, despesas com pessoal e outros relacionados.

Os mini-drones começaram a ser utilizados primeiramente pelo exército americano, agências de segurança passando depois a ser usados para fins comerciais como serviços de geodesia e cartografia e dentro de 4 anos, poderem ser usados na entrega de encomenda, substuindo, numa primeira fase, alguns métodos tradicionais conhecidos até ao momento.

Até dentro dos próximos 4 anos, data prevista para a efectivação do uso dos mini-drones, muita coisa poderá acontecer ou mesmo até estar obsoleta o uso dos mesmo, passando a ser apenas mais um sonho da realização humana.

Para quando os correios de Angola pensam usar tal métodos de entrega? Poderá ainda ser um sonho? Se é que estão a sonhar em inovar todo os seus métodos de serviços de correios

“Você Nunca Saberá Sem Orientação TM

* – Abreviatura propositadamente usada